It takes more than milk to get rid of the taste

A quantidade de pessoas que vem aqui parar através da pesquisa “coisas para fazer às 6 da manhã” é absurda.
Posto isto, são 7:10, estou a estudar Direito da União Europeia, a ouvir as BBC Sessions de B&S, a injectar cafeína e a comer stroopwafels. Não está a ser o momento mais feliz da semana, but hey, it could be far worse. Fica a sugestão.
Geplaatst in coisas com falta de cafeína, está sono., este post é o resultado de heavy procrastinating, eu às vezes até dou bons conselhos, parecendo que não eu até gosto de dormir | Plaats een reactie

One more time with feeling

Há anos que me apercebi que não sabia escrever feliz.

O meu silêncio é um bom sinal.

(on the other hand, aproxima-se a época de exames, altura em que tu me parece fascinante, desde arrumar a casa a adicionar “relevância negativa de causa virtual” às tags)
Geplaatst in coisas amorosas, coisas coisas, este post é o resultado de heavy procrastinating | Plaats een reactie

Das paixões recicláveis ou a vida sem dores de cabeça

Geplaatst in acabei de acordar, coisas com falta de cafeína, coisas musicais | Plaats een reactie

Technicalities

Ontem fui transportada até circa 2007. De repente, era outra vez aquela miúda de 18 ou 19 anos, durante uma noite olhava à minha volta e tinha regredido no tempo. As pessoas, os lugares, as conversas do ontem distante. Presumo que a diferença abismal entre esse tempo e o actual contexto apenas exacerbe o sentimento. Foi estranho, muito estranho, saber que as mudanças de circunstância não impediram que eu ainda fosse essa miúda de então, que os traços inertes se tornaram precisamente isso, inertes. Foi bom, por um lado, acrescentar um reduto à minha existência, um escape que pode ir para além das memórias.
Pensar, quantas pessoas sou afinal, quantos mundos tenho?
No fundo, a pergunta é: aquilo que aprendemos, aquilo que assimilamos, transforma-nos ou acrescenta-nos*?
*sim, eu sei que não são respostas incompatíveis, a questão é qual delas predomina.
Geplaatst in THE CHAOS, venire contra factum proprium | Plaats een reactie

Das provas de credibilidade

B. – Ninguém tem de contar o número de meses de uma relação, simplesmente sabe quantos foram.
I. – Não é bem assim, eu no início contava, mas entretanto decorei que tinham sido 6, de Junho a Fevereiro.
(silêncio)
I. – Espera… isto não bate certo. Junho, Julho, Agosto, Setembro, Outubro, Novembro, Dezembro, Janeiro, Fevereiro. Olha, não só se conta como descubro anos depois que ando enganada quanto ao número de meses desde o final da relação.
Geplaatst in este post não se insere em nenhuma categoria específica, não tenho mais nada para fazer, será que amanhã vai chover? | Plaats een reactie

Pequenas anotações antes da viagem

Fiz uma lista de coisas que não me posso esquecer de levar para a praia do Taboão. Estava agora a verificar essa mesma lista, para ter a certeza que não chego a meio da viagem e penso “oh merda, deixei o bilhete em casa”. É que não seria a primeira vez. Nem a segunda. I’m that stupid.
Mas a pequena anotação que queria partilhar desta vez nem é sobre a minha estupidez (not this time). É só para dizer que me matei a rir com o facto de abrir a lista e deparar-me com
- A Virgindade do Pedro para o caso de estar muito pó
Isto faz sentido, juro. Mas fora de contexto, e com a imensidão de Pedros que eu conheço, não deixa de ser hilariante.
Geplaatst in ceci n'est pas une pipe, coisas parvas, there's a reference joke hidden somewhere, vou mas é beber vinho | 1 reactie

Panic on the streets of London

Para além de todas as reflexões sobre a natureza, as consequências e os desvios daquilo a que se assistiu em Londres, a mim fez-me pensar que me custa realmente ver aquelas imagens, que embora o meu universo pós-Bélgica me diga que deixei uma parte de mim em Gent, às vezes esqueço-me que há muito mais tempo atrás também deixei uma parte de mim em Londres. Camden então é um soft spot do caraças. Custa-me não só pela destruição em si, custa-me como custa ver desaparecer uma coisa que é nossa.
Damn you sentimentos de propriedade. Quando tiver mais tempo desenvolvo isto melhor, mas por algum motivo tenho uma tag destas.
Geplaatst in ISTO É UM GRANDE AMOR, je suis très mélancholique, tenho saudades de Londres, THE CHAOS | Plaats een reactie

Provavelmente um dos telefonemas mais surreais da minha vida

B. – Já estás em casa?

I. – Já, cheguei agora mesmo. Vou dormir, até amanhã.

B. – Epá, não tás a sentir os ovos mexidos? Apetece-me mesmo ovos mexidos. Tens ovos em casa?

I. – Não, e quero dormir.

B. – Na boa, eu levo os ovos. Vou ter agora a tua casa.

I. – Não, não vais, e eu vou dormir.

B. – Opá, vá lá, tem de ser hoje, eu vou estar fora 3 semanas e quero ovos mexidos, ‘tou mesmo a sentir os ovos mexidos.

Portanto, isto às 7 da manhã. Hora a que, perdoem-me, acho que nunca “senti” ovos mexidos.

Geplaatst in a minha vida às vezes dava um filme, acabei de acordar, parecendo que não eu até gosto de dormir | 1 reactie

Redundâncias

M. – E isso faz de ti o quê?

I. – Igualmente mentecapta, ao que parece.

M. – Não vou discordar.

(esta coisa de só meter iniciais leva-me a concluir que grande parte dos meus amigos tem nomes começados por M, o que implica haver um M., outro M., “a” M., outra M., e possivelmente ainda a M. – nada confuso)
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Sleepovers II

Sabes que mais? Hoje* sonhei contigo. A continuar assim, vou desejar que voltem as insónias.

*e ontem. E anteontem. E antes disso também é provável. O meu subconsciente está claramente a mandar-me resolver assuntos pendentes.
Geplaatst in venire contra factum proprium | Plaats een reactie