
Blogues potencialmente fofinhos que eu gosto de espreitar:
- Amarelo Canário
- ao preço da chuva
- Conteúdo Manifesto
- escape and rescue plan
- Extraordinary is the new ordinary.
- Global Dashboard
- Keine Ahnung!
- Música de Peso
- obnoxious kisses
- papel e espelhos
- Pare, Escute e Olhe
- Polaroids and Cigarettes
- que brincarmos era o nome dele
- Real Traulitada
- Sétimo Som
- Sentir com todos os sentidos
- Sucks to be Claudia
- The Status Quo
Coisas potencialmente fofinhas que me fazem feliz ou vá, que são úteis:
Este blogue aprecia e apoia:

One more time with feeling
Há anos que me apercebi que não sabia escrever feliz.
O meu silêncio é um bom sinal.
(on the other hand, aproxima-se a época de exames, altura em que tu me parece fascinante, desde arrumar a casa a adicionar “relevância negativa de causa virtual” às tags)
Technicalities
Ontem fui transportada até circa 2007. De repente, era outra vez aquela miúda de 18 ou 19 anos, durante uma noite olhava à minha volta e tinha regredido no tempo. As pessoas, os lugares, as conversas do ontem distante. Presumo que a diferença abismal entre esse tempo e o actual contexto apenas exacerbe o sentimento. Foi estranho, muito estranho, saber que as mudanças de circunstância não impediram que eu ainda fosse essa miúda de então, que os traços inertes se tornaram precisamente isso, inertes. Foi bom, por um lado, acrescentar um reduto à minha existência, um escape que pode ir para além das memórias.
Pensar, quantas pessoas sou afinal, quantos mundos tenho?
No fundo, a pergunta é: aquilo que aprendemos, aquilo que assimilamos, transforma-nos ou acrescenta-nos*?
*sim, eu sei que não são respostas incompatíveis, a questão é qual delas predomina.
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Das provas de credibilidade
B. – Ninguém tem de contar o número de meses de uma relação, simplesmente sabe quantos foram.
I. – Não é bem assim, eu no início contava, mas entretanto decorei que tinham sido 6, de Junho a Fevereiro.
(silêncio)
I. – Espera… isto não bate certo. Junho, Julho, Agosto, Setembro, Outubro, Novembro, Dezembro, Janeiro, Fevereiro. Olha, não só se conta como descubro anos depois que ando enganada quanto ao número de meses desde o final da relação.
Pequenas anotações antes da viagem
Fiz uma lista de coisas que não me posso esquecer de levar para a praia do Taboão. Estava agora a verificar essa mesma lista, para ter a certeza que não chego a meio da viagem e penso “oh merda, deixei o bilhete em casa”. É que não seria a primeira vez. Nem a segunda. I’m that stupid.
Mas a pequena anotação que queria partilhar desta vez nem é sobre a minha estupidez (not this time). É só para dizer que me matei a rir com o facto de abrir a lista e deparar-me com
- A Virgindade do Pedro para o caso de estar muito pó
Isto faz sentido, juro. Mas fora de contexto, e com a imensidão de Pedros que eu conheço, não deixa de ser hilariante.
Panic on the streets of London
Para além de todas as reflexões sobre a natureza, as consequências e os desvios daquilo a que se assistiu em Londres, a mim fez-me pensar que me custa realmente ver aquelas imagens, que embora o meu universo pós-Bélgica me diga que deixei uma parte de mim em Gent, às vezes esqueço-me que há muito mais tempo atrás também deixei uma parte de mim em Londres. Camden então é um soft spot do caraças. Custa-me não só pela destruição em si, custa-me como custa ver desaparecer uma coisa que é nossa.
Damn you sentimentos de propriedade. Quando tiver mais tempo desenvolvo isto melhor, mas por algum motivo tenho uma tag destas.
Provavelmente um dos telefonemas mais surreais da minha vida
B. – Já estás em casa?
I. – Já, cheguei agora mesmo. Vou dormir, até amanhã.
B. – Epá, não tás a sentir os ovos mexidos? Apetece-me mesmo ovos mexidos. Tens ovos em casa?
I. – Não, e quero dormir.
B. – Na boa, eu levo os ovos. Vou ter agora a tua casa.
I. – Não, não vais, e eu vou dormir.
B. – Opá, vá lá, tem de ser hoje, eu vou estar fora 3 semanas e quero ovos mexidos, ‘tou mesmo a sentir os ovos mexidos.
Portanto, isto às 7 da manhã. Hora a que, perdoem-me, acho que nunca “senti” ovos mexidos.
Redundâncias
M. – E isso faz de ti o quê?
I. – Igualmente mentecapta, ao que parece.
M. – Não vou discordar.
(esta coisa de só meter iniciais leva-me a concluir que grande parte dos meus amigos tem nomes começados por M, o que implica haver um M., outro M., “a” M., outra M., e possivelmente ainda a M. – nada confuso)
Sleepovers II
Sabes que mais? Hoje* sonhei contigo. A continuar assim, vou desejar que voltem as insónias.
*e ontem. E anteontem. E antes disso também é provável. O meu subconsciente está claramente a mandar-me resolver assuntos pendentes.
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